{"id":774,"date":"2014-04-16T23:36:43","date_gmt":"2014-04-16T23:36:43","guid":{"rendered":"http:\/\/www.socepel.com.br\/wpress\/?p=774"},"modified":"2014-04-19T23:41:13","modified_gmt":"2014-04-19T23:41:13","slug":"sindrome-de-down","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/socepel.com.br\/?p=774","title":{"rendered":"S\u00cdNDROME DE DOWN"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-size: medium;\">A Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade estima que cerca de 5% da popula\u00e7\u00e3o de um pa\u00eds em tempo de paz apresenta algum tipo de defici\u00eancia intelectual. No Brasil, isso corresponde a quase 10 milh\u00f5es de pessoas. Entre as mais conhecidas est\u00e1 a s\u00edndrome de Down.<i> <\/i><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\">A Secretaria de Direitos Humanos, em 21\/11\/2011, informou em seu <\/span><em>site<\/em><span style=\"font-size: medium;\"> (<\/span><span style=\"color: #000080;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><a href=\"http:\/\/www.direitoshumanos.gov.br\/\">www.direitoshumanos.gov.br<\/a><\/span><\/span><span style=\"font-size: medium;\">) que \u201ca III Comiss\u00e3o da Assembleia-Geral das Na\u00e7\u00f5es Unidas (AGNU) adotou, por consenso, o projeto de resolu\u00e7\u00e3o apresentado pelo Brasil, intitulado \u2018World Down Syndrome Day\u2019 (Dia Mundial da S\u00edndrome de Down). A data ser\u00e1 comemorada a partir de 2012. A ONU prop\u00f4s que os Estados membros comemorassem com a ado\u00e7\u00e3o de medidas para promover maior conhecimento sobre a S\u00edndrome de Down\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\">A Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade estima que cerca de 5% da popula\u00e7\u00e3o de um pa\u00eds em tempo de paz apresenta algum tipo de defici\u00eancia intelectual. No Brasil, isso corresponde a quase 10 milh\u00f5es de pessoas. Entre as mais conhecidas est\u00e1 a s\u00edndrome de Down. <\/span><\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.socepel.com.br\/wpress\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/Noticia_20140416-1_Imagem.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-775\" alt=\"Noticia_20140416-1_Imagem\" src=\"http:\/\/www.socepel.com.br\/wpress\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/Noticia_20140416-1_Imagem.jpg\" width=\"240\" height=\"160\" \/><\/a>RECOMENDA\u00c7\u00d5ES AOS PAIS E EDUCADORES<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\">Em entrevista ao programa \u201cSociedade Solid\u00e1ria\u201d, da Boa Vontade TV (canal 20 da SKY), a terapeuta ocupacional Fabiana Alencar, especialista no assunto, abordou algumas recomenda\u00e7\u00f5es aos pais e educadores no trato com crian\u00e7as portadoras de defici\u00eancia intelectual.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\">Por natureza, a crian\u00e7a com s\u00edndrome de Down tem um processo de desenvolvimento mais lento. Contudo, se houver uma interven\u00e7\u00e3o precoce, com o imprescind\u00edvel apoio da fam\u00edlia, ela vai longe. Hoje \u00e9 muito comum ver pessoas com s\u00edndrome de Down trabalhando e, at\u00e9 mesmo, se casando\u201d, esclareceu ela.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\">Por\u00e9m, faz uma ressalva: apesar dos avan\u00e7os, o portador da defici\u00eancia necessitar\u00e1, durante toda a vida, de alguns cuidados especiais. \u201cAt\u00e9 por conta do comprometimento intelectual, da dificuldade em compreender as regras sociais. Entretanto, \u00e9 uma pessoa que pode (tendo uma supervis\u00e3o) morar numa resid\u00eancia apoiada. \u00c9 importante trabalhar essas crian\u00e7as vislumbrando que, no futuro, elas possam fazer sua pr\u00f3pria comida, cuidar das suas roupas, lidar com dinheiro, mas \u00e9 preciso ensin\u00e1-las e supervision\u00e1-las sempre\u201d, pontuou a terapeuta.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\">\u00c9 not\u00f3rio o amadurecimento da sociedade com rela\u00e7\u00e3o aos direitos e desenvolvimento de pessoas com defici\u00eancia. As escolas especiais ainda existem, mas as regulares j\u00e1 disponibilizam vagas para crian\u00e7as com defici\u00eancia intelectual. \u201cTrabalhei numa institui\u00e7\u00e3o de educa\u00e7\u00e3o especial, e era impressionante. T\u00ednhamos adultos de 20, 30 anos, que passaram a vida inteira nela, porque n\u00e3o tinham outra oportunidade. Hoje se vislumbram algumas coisas diferentes para essa gera\u00e7\u00e3o de pessoas com s\u00edndrome de Down, que para as outras n\u00e3o eram t\u00e3o comuns. Nos dias atuais, a crian\u00e7a com defici\u00eancia est\u00e1 na escola para, quando ela se formar, poder, por exemplo, trabalhar. J\u00e1 temos pessoas com s\u00edndrome de Down que conseguiram entrar para a faculdade\u201d, conta Fabiana. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\">Sobre os desafios da integra\u00e7\u00e3o dessas crian\u00e7as no universo escolar, explicou que \u201celas, desde muito cedo, em geral, fazem acompanhamento com fisioterapeuta, fonoaudi\u00f3logo e terapeuta ocupacional. Uma vez ingressando na escola, j\u00e1 v\u00e3o ter um arcabou\u00e7o de viv\u00eancias, de conceitos e de conhecimento; por\u00e9m, quando o processo come\u00e7a a se desenvolver, \u00e9 muito importante o trabalho terap\u00eautico com a escola.\u201d E esclareceu: \u201cA gente procura trabalhar sempre, por exemplo, a repeti\u00e7\u00e3o; para essas crian\u00e7as a repeti\u00e7\u00e3o \u00e9 muito importante. Muitas vezes o material que elas v\u00e3o usar \u00e9 diferente do dos coleguinhas, mas elas precisam disso, e a escola tem que ter disponibilidade de mudar, de tentar outros caminhos. \u00c0s vezes, algumas professoras falam: \u2018Ah, mas eu nunca tive experi\u00eancia com isso, n\u00e3o tenho forma\u00e7\u00e3o para isso\u2019. A forma\u00e7\u00e3o, l\u00f3gico, \u00e9 importante! Mas tamb\u00e9m \u00e9 valios\u00edssimo ter disposi\u00e7\u00e3o de mudar\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\">Meus agradecimentos \u00e0 terapeuta ocupacional Fabiana Alencar. O tema nos remete ao respeito \u00e0s diferen\u00e7as, passo primacial para o surgimento da t\u00e3o sonhada sociedade solid\u00e1ria, altru\u00edstica e ecum\u00eanica.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\"><a href=\"http:\/\/www.socepel.com.br\/wpress\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/Noticia_20140416-2_Imagem.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-776\" alt=\"Noticia_20140416-2_Imagem\" src=\"http:\/\/www.socepel.com.br\/wpress\/wp-content\/uploads\/2014\/04\/Noticia_20140416-2_Imagem.jpg\" width=\"160\" height=\"200\" \/><\/a><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor. <\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #000080;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><a href=\"mailto:paivanetto@lbv.org.br\">paivanetto@lbv.org.br<\/a><\/span><\/span><strong>\u2014 <\/strong><span style=\"color: #000080;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><a href=\"http:\/\/www.boavontade.com\/\">www.boavontade.com<\/a><\/span><\/span><\/p>\n<p><em>Fonte: Juliana Valim<\/em><\/p>\n<p><em>Link da mat\u00e9ria: http:\/\/www.newsrondonia.com.br\/noticias\/sindrome+de+down\/44162<\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-size: medium;\">Acesse <a href=\"http:\/\/www.newsrondonia.com.br\/\">http:\/\/www.newsrondonia.com.br<\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: small;\">Fonte:http:\/\/www.newsrondonia.com.br\/noticias\/sindrome+de+down\/44162<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade estima que cerca de 5% da popula\u00e7\u00e3o de um pa\u00eds em tempo de paz apresenta algum tipo de defici\u00eancia intelectual. No Brasil, isso corresponde a quase 10 milh\u00f5es de pessoas. Entre as mais conhecidas est\u00e1 a s\u00edndrome de Down. 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