{"id":666,"date":"2014-03-21T02:30:28","date_gmt":"2014-03-21T02:30:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.socepel.com.br\/wpress\/?p=666"},"modified":"2014-03-26T02:31:22","modified_gmt":"2014-03-26T02:31:22","slug":"familias-de-criancas-com-sindrome-de-down-defendem-um-mediador-nas-escolas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/socepel.com.br\/?p=666","title":{"rendered":"Fam\u00edlias de crian\u00e7as com S\u00edndrome de Down defendem um mediador nas escolas"},"content":{"rendered":"<p>Toda vez que a professora convocava os alunos para fazer trabalho em grupo na sala de aula, J\u00e9ssica ficava fora da divis\u00e3o. Mesmo quando os colegas aceitavam a presen\u00e7a dela no grupo, avisavam que o nome da colega iria constar no trabalho, mas a aluna, com s\u00edndrome de Down, n\u00e3o teria o que fazer no grupo, nenhuma tarefa seria dada \u00e0 ela. Aos 8 anos, J\u00e9ssica era uma menina t\u00edmida e n\u00e3o se atrevia a contar para a m\u00e3e como era seu dia a dia na escola. A rotina de exclus\u00e3o s\u00f3 chegou aos ouvidos da m\u00e3e, a servidora p\u00fablica Ana Cl\u00e1udia Mendes de Figueiredo, de 49 anos, depois que ela contratou uma pedagoga para acompanhar de perto as atividades da filha no ambiente escolar. \u201cEla me relatava quando acontecia esse tipo de coisa com a J\u00e9ssica\u201d, detalha (leia depoimento).<br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/politica-brasil-economia\/capa_polbraeco\/\"><br \/>\n<\/a>Assim como Ana Cl\u00e1udia, m\u00e3es e pais de crian\u00e7as com s\u00edndrome de Down defendem cada vez mais a presen\u00e7a de profissionais que atuem como mediadores do aprendizado dos filhos em unidades regulares de ensino. Hoje, Dia Internacional da S\u00edndrome de Down, o Correio mostra como essa pode ser uma boa alternativa para a inclus\u00e3o dos alunos com defici\u00eancia. A discuss\u00e3o sobre a presen\u00e7a desse auxiliar \u2014 ou cuidador \u2014 dentro da sala de aula motivou a apresenta\u00e7\u00e3o do Projeto de Lei n\u00ba8014\/10, que tramita no Congresso. Se aprovado, escolas p\u00fablicas e privadas ter\u00e3o que manter um educador a mais na sala de aula, para atender alunos com defici\u00eancia intelectual ou f\u00edsica.<\/p>\n<p>A proposta, do deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG), foi aprovada na semana passada em car\u00e1ter conclusivo na C\u00e2mara. Pais e especialistas aprovam a iniciativa, mas fazem ressalvas sobre o termo \u201ccuidador\u201d, utilizado no texto do projeto. \u201cPessoas com s\u00edndrome de Down precisam mesmo \u00e9 de um mediador nas atividades escolares. Cuidador seria necess\u00e1rio em caso de crian\u00e7as com dificuldades f\u00edsicas ou de locomo\u00e7\u00e3o\u201d, argumenta a coordenadora-geral do Movimento Down, Maria Ant\u00f4nia Goulart. Ana Cl\u00e1udia, que participa da Federa\u00e7\u00e3o Brasileira das Associa\u00e7\u00f5es de S\u00edndrome de Down, defende o termo \u201cprofessor auxiliar\u201d.<\/p>\n<p>\u00c9 assim que Ohana Dielly Damasceno, 23 anos, gosta de ser chamada. Estagi\u00e1ria no Centro Educacional Maria Auxiliadora (Cema), na Asa Sul, a estudante de pedagogia acompanha o desenvolvimento de duas alunas do 2\u00ba ano do ensino fundamental. As meninas, com s\u00edndrome de Down, nem sempre conseguem seguir o ritmo dos colegas. Ao ver que a crian\u00e7a enfrenta dificuldades para ler ou pronunciar alguma palavra, Ohana tem a liberdade, por exemplo, de sugerir \u00e0 professora que indique exerc\u00edcios espec\u00edficos. \u201cO dia a dia \u00e9 uma descoberta tanto para mim quanto para elas.\u201d<\/p>\n<p>Fonte:http:\/\/www.boainformacao.com.br\/2014\/03\/familias-de-criancas-com-sindrome-de-down-defendem-um-mediador-nas-escolas\/<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Toda vez que a professora convocava os alunos para fazer trabalho em grupo na sala de aula, J\u00e9ssica ficava fora da divis\u00e3o. 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