{"id":3599,"date":"2016-08-20T01:12:31","date_gmt":"2016-08-20T01:12:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.socepel.com.br\/wpress\/?p=3599"},"modified":"2016-08-23T01:29:17","modified_gmt":"2016-08-23T01:29:17","slug":"jovem-mae-cria-pagina-no-instagram-para-combater-o-preconceito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/socepel.com.br\/?p=3599","title":{"rendered":"Jovem m\u00e3e cria p\u00e1gina no Instagram para combater o preconceito"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><strong><em>Beatriz Bombazaro descobriu a gravidez com 17 anos e que o filho teria Down com dois meses de gesta\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong><\/span><\/p>\n<p><strong>JAD LARANJEIRA<\/strong><strong>\u00a0<\/strong><strong><br \/>\nDA REDA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><a href=\"http:\/\/www.socepel.com.br\/wpress\/?attachment_id=3600\" rel=\"attachment wp-att-3600\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-3600\" src=\"http:\/\/www.socepel.com.br\/wpress\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/Noticia_20160820-1A_Imagem.jpg\" alt=\"Noticia_20160820-1A_Imagem\" width=\"300\" height=\"245\" \/><\/a>A fot\u00f3grafa cuiabana Beatriz Bombazaro, teve a vida mudada drasticamente, quando precisou pular a fase da adolesc\u00eancia, para amadurecer rapidamente ao descobrir uma gravidez, aos 17 anos. N\u00e3o bastando isso, ela ainda teve um choque quando descobriu que o seu beb\u00ea nasceria portador da S\u00edndrome de Down.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Prestes a ingressar numa faculdade, contar aos pais que estava gr\u00e1vida j\u00e1 n\u00e3o foi f\u00e1cil, como se n\u00e3o bastasse isso, a not\u00edcia de que o filho teria \u201cum problema\u201d, pelos m\u00e9dicos caiu como uma \u201cbomba\u201d em seu colo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Hoje com 20 anos, a jovem m\u00e3e do pequeno Enzo Asafe, de dois anos, contou em entrevista ao\u00a0<strong>MidiaNews<\/strong>\u00a0que, a luta para fazer com que as pessoas entendam a defici\u00eancia do filho, come\u00e7ou desde os primeiros meses de gesta\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">A s\u00edndrome \u00e9 causada pela presen\u00e7a de tr\u00eas cromossomos 21 em todas ou na maior parte das c\u00e9lulas de um indiv\u00edduo. Isso ocorre na hora da concep\u00e7\u00e3o de uma crian\u00e7a. As pessoas com Down, ou trissomia do cromossomo 21, t\u00eam 47 cromossomos em suas c\u00e9lulas em vez de 46.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Os olhos amendoados, a face achatada, o pesco\u00e7o curto, os dedos das m\u00e3os menores e menor for\u00e7a muscular s\u00e3o caracter\u00edsticas comuns por conta da trissomia do cromossomo 21. Marcus Mesquita\/MidiaNews<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><a href=\"http:\/\/www.socepel.com.br\/wpress\/?attachment_id=3601\" rel=\"attachment wp-att-3601\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-3601\" src=\"http:\/\/www.socepel.com.br\/wpress\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/Noticia_20160820-1B_Imagem.jpg\" alt=\"Noticia_20160820-1B_Imagem\" width=\"300\" height=\"244\" \/><\/a>A possibilidade de ter doen\u00e7as associadas \u2013 como problemas card\u00edacos e respirat\u00f3rios, altera\u00e7\u00f5es auditivas, de vis\u00e3o e ortop\u00e9dicas \u2013 tamb\u00e9m est\u00e1 presente. Mas, como para qualquer outra crian\u00e7a, isso pode ser tratado e deve ser acompanhado por especialistas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Beatriz explica que desde o momento do nascimento, a crian\u00e7a precisa ser estimulada.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">\u201cRequer uma aten\u00e7\u00e3o especial. Fiquei um ano somente cuidando dele. Dei gra\u00e7as a Deus ter descoberto no come\u00e7o da minha gravidez, eu pude me preparar, porque tem todo um processo de cuidado. A crian\u00e7a com Down pode fazer tudo que outra crian\u00e7a faz, s\u00f3 que no ritmo dela. Desde os primeiros dias precisam fazer fisioterapia e fonoaudi\u00f3logo para andar e fazer coisas b\u00e1sicas. Enzo tamb\u00e9m n\u00e3o teve nenhum problema card\u00edaco ou respirat\u00f3rio\u201d, disse.<\/span><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Medo da aceita\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">O impacto de receber um filho com necessidades especiais influencia as rela\u00e7\u00f5es familiares, acarretando uma profunda instabilidade nessa estrutura, alterando inclusive o cotidiano familiar.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">J\u00e1 foi constatado em estudos, que o diagn\u00f3stico inesperado da S\u00edndrome de Down ocasiona problemas psicol\u00f3gicos e de desestrutura\u00e7\u00e3o familiar devido ao despreparo dos pais ao receber uma crian\u00e7a especial.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Com a jovem de 17 anos na \u00e9poca, n\u00e3o foi diferente. Segundo ela, teve muito medo no come\u00e7o, mas afirma que nunca passou pela sua cabe\u00e7a em retirar a crian\u00e7a.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">\u201cTive um per\u00edodo bem depressivo quando eu descobri, tive medo porque eu baseava a S\u00edndrome de Down por aquilo que a gente v\u00ea e ouve falar: que s\u00e3o aquelas pessoas com 20, 30 anos que n\u00e3o falam direito e tem dificuldade de inclus\u00e3o social. Ent\u00e3o eu pensava que teria que parar minha vida para cuidar dele\u201d, relatou.<\/span><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.socepel.com.br\/wpress\/?attachment_id=3602\" rel=\"attachment wp-att-3602\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-3602\" src=\"http:\/\/www.socepel.com.br\/wpress\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/Noticia_20160820-1C_Imagem.jpg\" alt=\"Noticia_20160820-1C_Imagem\" width=\"300\" height=\"247\" \/><\/a>\u201c<span style=\"color: #000000;\">Eu tive medo da aceita\u00e7\u00e3o das pessoas por ele, porque assim como eu n\u00e3o sabia como era conviver com algu\u00e9m com Down, tive medo que pensassem que a minha vida teria acabado. Primeiro por estar gr\u00e1vida e segundo porque ele tem a s\u00edndrome. Eu fiquei com medo do que elas iam achar. Hoje eu tenho mais tranquilidade, n\u00e3o tenho mais nada disso\u201d, contou.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Ap\u00f3s quase dois anos e meio convivendo com o filho, a fot\u00f3grafa ressalta que sua vida mudou muito e para melhor. \u201cQuem conheceu a Beatriz h\u00e1 tr\u00eas anos, n\u00e3o a conhece mais hoje\u201d, afirma.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><strong>Luta contra o preconceito<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Para tentar ajudar a si pr\u00f3pria inicialmente e n\u00e3o ter que ser vista com olhares de &#8220;pena&#8221; pelas pessoas e ajudar futuras m\u00e3es, a fot\u00f3grafa decidiu criar uma p\u00e1gina na rede social Instagram com nome \u201cCrescendo com o Enzo\u201d no intuito de narrar o cotidiano do filho, desde os primeiros meses de sua gesta\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">A p\u00e1gina est\u00e1 com mais de 3.500 seguidores hoje e n\u00e3o h\u00e1 quem n\u00e3o se apaixone pelo sorriso encantador do pequeno Enzo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">\u201cO instagram foi um meio que eu vi de tentar ajudar aquelas m\u00e3es que est\u00e3o com medo de passar pelo que eu j\u00e1 passei. Pois j\u00e1 vi muitas experi\u00eancias de pais que se separam, pais que queriam entregar para ado\u00e7\u00e3o, e muitas fam\u00edlias com discrimina\u00e7\u00e3o, porque acham que vai nascer uma crian\u00e7a retardada. Ent\u00e3o eu criei\u00a0 p\u00e1gina desde o inicio da minha gesta\u00e7\u00e3o para contar como \u00e9 o cotidiano, para saberem tudo como \u00e9 a conviv\u00eancia com uma crian\u00e7a portadora de Down\u201d, explicou.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">A jovem conta que a sociedade ainda permanece em receio de que as crian\u00e7as portadoras da s\u00edndrome, possam ser incapazes de progredir em meio \u00e0s crian\u00e7as consideradas normais.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\"><a href=\"http:\/\/www.socepel.com.br\/wpress\/?attachment_id=3603\" rel=\"attachment wp-att-3603\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-3603\" src=\"http:\/\/www.socepel.com.br\/wpress\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/Noticia_20160820-1D_Imagem.jpg\" alt=\"Noticia_20160820-1D_Imagem\" width=\"300\" height=\"236\" \/><\/a>\u201cEu n\u00e3o julgo ningu\u00e9m, at\u00e9 porque eu mesma tinha um pensamento errado a respeito, mas depois que comecei a frequentar lugares e conversar com eles e com pais que passaram pela mesma situa\u00e7\u00e3o que eu, minha vis\u00e3o mudou completamente. Ent\u00e3o, \u00e9 isso que eu quero que as pessoas vejam. O meu foco hoje \u00e9 quebrar a ignor\u00e2ncias das pessoas e tentar quebrar esse tabu de n\u00e3o falar sobre o assunto\u201d, explicou.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Segundo Beatriz, ela nota constantemente quando leva o filho para passear, os olhares dos pais e o receio de deixarem os filhos brincarem com ele.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">\u201cEu j\u00e1 percebi v\u00e1rias vezes os olhares \u2018tortos\u2019, dos pais quando seus filhos se aproximavam do Enzo. Ele \u00e9 uma crian\u00e7a como outra qualquer, gosta de correr, abra\u00e7ar e beijar\u201d.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">A jovem conta que as perguntas e os coment\u00e1rios s\u00e3o dos mais absurdos poss\u00edveis. Para ela a falta de informa\u00e7\u00e3o \u00e9 o que gera uma sociedade ignorante a respeito da S\u00edndrome de Down.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">\u201cJ\u00e1 ouvi pais falando para tomarem cuidado com o amiguinho que \u00e9 diferente. Para mim n\u00e3o se deve falar isso, porque a crian\u00e7a j\u00e1 vai crescer com aquilo na cabe\u00e7a, e a\u00ed come\u00e7a o preconceito. Os pais precisam tomar cuidado com o que falam\u201d.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">\u201cAs pessoas j\u00e1 chegaram de perguntar para mim se era contagioso, e eu fiquei com muita raiva que respondi: sim, cuidado melhor se afastar. Eu fico muito chateada quando ou\u00e7o esse tipo de coisa, s\u00f3 que eu sei que s\u00e3o pessoas leigas, por isso que o meu foco hoje \u00e9 mostrar para as pessoas que Down n\u00e3o \u00e9 isso que elas imaginam. Assim como n\u00f3s n\u00e3o somos iguais, eles tamb\u00e9m n\u00e3o s\u00e3o iguais\u201d, explicou.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Enzo ainda n\u00e3o frequentou uma creche, mas a m\u00e3e conta que o medo em deixar o filho, n\u00e3o \u00e9 do preconceito, mas pela baixa imunidade dele, que j\u00e1 o deixou quatro vezes internado com pneumonia.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">\u201cEu sofri demais com as interna\u00e7\u00f5es dele. Ele ficou tr\u00eas vezes internado e uma das vezes foi parar na UTI [Unidade de Terapia Intensiva], por causa de uma bact\u00e9ria no pulm\u00e3o. tive muito medo. Ent\u00e3o por causa disso n\u00e3o coloquei ele na creche, mas ano que vem vou colocar\u201d.<\/span><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.socepel.com.br\/wpress\/?attachment_id=3604\" rel=\"attachment wp-att-3604\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-3604\" src=\"http:\/\/www.socepel.com.br\/wpress\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/Noticia_20160820-1E_Imagem.jpg\" alt=\"Noticia_20160820-1E_Imagem\" width=\"300\" height=\"234\" \/><\/a><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><strong>\u201cFalta investir em informa\u00e7\u00e3o\u201d<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Al\u00e9m da p\u00e1gina que criou, Beatriz buscar recrutar m\u00e3es atrav\u00e9s de grupos pelo WhatsApp, no intuito de levar a informa\u00e7\u00e3o sobre a s\u00edndrome.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">\u201cO que falta \u00e9 tratar eles como se fossem pessoas realmente normais, que \u00e9 o que eles s\u00e3o. Precisou ser criada uma lei para que as escolas hoje aceitassem crian\u00e7as com Down. Ent\u00e3o para chegar nesse ponto \u00e9 porque \u00a0h\u00e1 ainda muito preconceito. Os professores n\u00e3o tem vontade de ensinar porque n\u00e3o acha que eles v\u00e3o aprender. Ainda tem muito assunto para ser debatido\u201d, afirmou.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">Para a jovem, falta mais integra\u00e7\u00e3o em diversas \u00e1reas para que se consiga ultrapassar a barreira do preconceito.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">\u201cO povo fala tanto de integra\u00e7\u00e3o, mas na realidade n\u00e3o \u00e9 o que acontece. Precisamos de investimentos na sa\u00fade p\u00fablica que deixa muito a desejar em rela\u00e7\u00e3o ao acompanhamento com quem \u00e9 portador. O governo n\u00e3o oferece muita coisa e das poucas coisas que oferece, leva anos para conseguir, e acaba passando da fase em que realmente eles precisam, que \u00e9 nos primeiros anos de vida\u201d, concluiu<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Fonte: <a href=\"http:\/\/www.midianews.com.br\/cotidiano\/jovem-mae-cria-pagina-no-instagram-para-combater-o-preconceito\/272293\" target=\"_blank\">http:\/\/www.midianews.com.br\/<\/a><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Beatriz Bombazaro descobriu a gravidez com 17 anos e que o filho teria Down com dois meses de gesta\u00e7\u00e3o JAD LARANJEIRA\u00a0 DA REDA\u00c7\u00c3O A fot\u00f3grafa cuiabana Beatriz Bombazaro, teve a vida mudada drasticamente, quando precisou pular a fase da adolesc\u00eancia, para amadurecer rapidamente ao descobrir uma gravidez, aos 17 anos. 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